Em noites de
solidão,
Sou invadida
por pensamentos por mim não desejados.
Com os
sentimentos descontrolados.
Memórias de
infância…
As boas? Guardo-as com saudade.
(escondendo porém uma profunda revolta)
As más? Preservo-as contra própria vontade.
Cresci.
Oh adolescência!
Porquê que para mim apenas reservaste
Dor, sofrimento, diferença, decadência?
Diferença? Quem és?
Porque me acompanhas? Porque não me deixas tu?
Talvez sejas o meu fado,
Constantemente me lembrando que sou apenas um ser indesejado.
As boas? Guardo-as com saudade.
(escondendo porém uma profunda revolta)
As más? Preservo-as contra própria vontade.
Cresci.
Oh adolescência!
Porquê que para mim apenas reservaste
Dor, sofrimento, diferença, decadência?
Diferença? Quem és?
Porque me acompanhas? Porque não me deixas tu?
Talvez sejas o meu fado,
Constantemente me lembrando que sou apenas um ser indesejado.
Não! Estou
farta!
Quero ser feliz!
Quero quebrar esta história que me persegue,
Irei encontrar alguém que a minha alma sossegue!
E após estes breves segundos de determinação,
Vejo me invadida novamente por dúvidas existenciais.
No meu mapa apenas tenho traçado o ponto de partida e de chegada,
Falta-me luz no caminho, falta-me os pontos cardeais.
Volto a mim, desiludida.
Serei eu capaz de encontrar a fórmula da felicidade?
Estarei de facto condenada?
Alguém me dê um sinal de esperança, de vida!
Nada.
Será este silêncio sinónimo do meu trágico fim?
Ou será este silêncio o sinal por mim tão desejado?
Um mundo desconhecido, onde as repostas apenas serão encontradas em mim.
Será felicidade o que sinto ou uma trágica ilusão?
Encontrar-me-ei na presença do sinal ou na sua ausência?
Interiormente a coragem sobrepõe-se ao medo,
Eis a resposta, penso, proveniente da minha essência.
Quero quebrar esta história que me persegue,
Irei encontrar alguém que a minha alma sossegue!
E após estes breves segundos de determinação,
Vejo me invadida novamente por dúvidas existenciais.
No meu mapa apenas tenho traçado o ponto de partida e de chegada,
Falta-me luz no caminho, falta-me os pontos cardeais.
Volto a mim, desiludida.
Serei eu capaz de encontrar a fórmula da felicidade?
Estarei de facto condenada?
Alguém me dê um sinal de esperança, de vida!
Nada.
Será este silêncio sinónimo do meu trágico fim?
Ou será este silêncio o sinal por mim tão desejado?
Um mundo desconhecido, onde as repostas apenas serão encontradas em mim.
Será felicidade o que sinto ou uma trágica ilusão?
Encontrar-me-ei na presença do sinal ou na sua ausência?
Interiormente a coragem sobrepõe-se ao medo,
Eis a resposta, penso, proveniente da minha essência.
Com um olhar
cego, talvez, prossigo
Confiante no futuro próximo que me espera.
O passado, esse já não me define,
Mas a ausência de saber quem o fará, me desespera.
Continuo deitada na minha cama,
Desta vez com lágrimas que me percorrem o rosto.
É a minha última oportunidade,
A última ocasião para encontrar a felicidade.
Confiante no futuro próximo que me espera.
O passado, esse já não me define,
Mas a ausência de saber quem o fará, me desespera.
Continuo deitada na minha cama,
Desta vez com lágrimas que me percorrem o rosto.
É a minha última oportunidade,
A última ocasião para encontrar a felicidade.
Oh Lisboa!
Já sinto o teu cheiro, o teu calor.
Já sinto o teu cheiro, o teu calor.
Não te irei esquecer
Com amor,
Izzie
Com amor,
Izzie



