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sábado, 26 de julho de 2014

Verão'14

Fuck your morals. Drink away your sorrows. Live your life and be happy.
Don't Think about tomorrow. It's all about you.
No início do verão sentia-me deprimida. Faltava tanto para setembro e a monotonia estava a dar cabo de mim. Praticamente sem falar com ninguém, passava os dias em casa fechada. Cada vez que saía de casa, embora feliz com a ideia à partida, o sol punha os meus olhos em chama. Através deles, consumia-me interiormente. A minha ansiedade social piorava a cada minuto que passava.
Eu não queria estar tão mal como estive no início do ano lectivo anterior. Decidi fazer algo em relação a isto: comecei a fazer planos, experimentar coisas novas, a "colar-me" a pessoas, a estar mais vezes com o Paulo, a vaguear pela cidade em locais relativamente isolados. E está a resultar, a minha mente distrai-se. Embora ainda tenha sentimentos de solidão e inadaptação quando estou sozinha, quando estou lá fora, os meus pensamentos destrutivos desaparecem momentaneamente. Distraio-me de formas não convencionais, cortando cada dia que passa no calendário, esperando desesperadamente que a vida universitária chegue e que seja melhor do que o que eu tenho vivido até agora.

No entanto sinto que estas vivências me estão a afastar dos meus 2 verdadeiros amigos. Encontro-me dividida. Sinto-me ainda pior comigo própria a pensar nesta realidade e, consequentemente,  não quero estar sozinha comigo própria e com esses pensamentos.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Prom

Faltam 10 dias para o meu baile de finalistas. O meu vestido foi mandado fazer. Acho que foi um erro, uma vez que se tivesse comprado podia ter experimentado vários e escolher o que me ficasse melhor. Assim, estou presa com este. O meu vestido é muito semelhante ao da imagem e acho que está bem feito, no entanto, não me gosto de ver com ele. Tenho bastantes complexos com o meu corpo e embora não seja obesa, sou um bocado forte, então a situação ainda piora. Não disse à minha mãe que não gostava, por um lado porque ela é amiga da costureira e por outro, porque ela gastou dinheiro com o vestido, esforçou-se para ser com o que eu idealizava inicialmente.
Ontem fui fazer a segunda prova e só me apetecia chorar. Na minha opinião, o vestido não me favorece em nada, pelo contrário. Acho que o facto de não ser nada feminina (cresci com 3 rapazes), ainda piora a situação. Olho ao espelho e tudo me parece estranho, desconforme. Queria passar despercebida, mas acho que vou chamar à atenção pelo facto de estar tão mal comparado com as outras pessoas. Estou a rezar para que passe rápido, continuo a dizer a mim mesma "É só uma noite".

sábado, 14 de junho de 2014

Noite

Não gosto muito de sair à noite. Simplesmente não me consigo divertir tanto como os outros, acho.  Além de haver aquelas preocupações com a roupa, existe tantas pessoas, calor, etc. O cheiro a tabaco, que se entranha no cabelo e na roupa, ficámos todos suados e como se não bastasse é raro não levarmos com uma bebida em cima. O tempo passado com os amigos a meu ver não é de qualidade, mal nos conseguimos ouvir uns aos outros. A única  razão que eu vejo para as pessoas saírem é os consumos e na minha opinião  seria muito melhor fazê-lo em casa. Toda a gente liga jovens a saídas à noite e quem não o faz é um freak. É das coisas que me assustam um bocado na universidade. Sim, é provável que vá sair de vez em quando (como aconteceu no secundário, para não parecer mal), mas não pretendo fazer disso costume. De todas as vezes penso, que estava bem melhor em casa a ver um filme/séries ou a "divertir-me" sozinha. E se me apetecer beber ou whatever, vou a um supermercado e bebo em casa. Além de ficar mais económico, aproveito mais o efeito e não faço cenas desnecessárias.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Não é costume meu ficar irritada, mas..

Esta semana, que era supostamente ser uma das melhores semanas da minha vida, acabou por ter um final um bocado diferente. Não que não esteja feliz. Estou bastante feliz mesmo por ter acabado o secundário, não vou ter saudades nenhumas.
Nesta última semana tudo me deixou irritada, desde as atitudes dos professores que se deixam levar por graxas e que humilham os alunos, à turma em geral (só competições, só nojentices, só comentários desnecessários de ambas as partes. Aparentemente com bom ambiente porque são uma cambada de falsos. Grrr, enerva-me). Aliás, a turma em geral e em particular. Parecia que esta semana havia algo de errado com todos, ou então passa-se algo de errado comigo. Enfim, posso dizer que depois desta semana ainda estou mais feliz por o secundário ter acabado. Finalmente encontro-me em paz, sossegada em casa, ainda que a estudar pros exames. O facto de voltar à escola só pra fazer os exames faz-me sorrir. 

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Off to the world

Hoje percebi a principal razão de me andar a sentir melhor ultimamente: tenho-me isolado das pessoas. Uma tarde em "social" e bastou-me para perceber o quão melhor estou no meu sofá. Durante umas semanas não vou ter vontade de estar com ninguém e quando a tiver outra vez as aulas já acabaram hopefully e não vou cair no mesmo erro. 

quinta-feira, 8 de maio de 2014

A solidão desola-me, a companhia oprime-me


Eu não sei como consegues simplesmente sentir algo pelas pessoas. Com certeza tens amigos,namorado ou família, alguém que seja de tal modo importante para ti que qualquer atitude, qualquer palavra te deixam vulnerável. Não sei como te consegues simplesmente deixar um desconhecido entrar na tua vida, sabendo que vão sempre haver desilusões, mágoas. Ainda que me digas que no final as boas recordações valem mais e que as desilusões só nos fazem crescer, eu não consigo entender.. Quando eu olho para uma pessoa sou simpática e sociável digámos, mas não consigo sentir nada por elas. Mesmo quando têm uma atitude positiva comigo, eu não me permito entregar a elas, penso sempre "vai te magoar mais cedo ou mais tarde" e esse pensamento faz-me querer afastá-las. Mas no final não tenho ninguém que me deixe com o coração partido, que já não imagine a minha vida sem essa pessoa. Não tenho ninguém que me abrace quando me estou a sentir perdida, que me limpe as lágrimas. Não tenho ninguém. Por isso talvez a tola não sejas tu, talvez seja eu. E eu quero ter amigos e eu quero me afeiçoar às pessoas, mas não sei como. Tenho medo, tanto medo que me impede de aproveitar a beleza da vida. Estou completamente sozinha no meio da multidão. Para onde quer que vá, para onde quer que fuja, vou estar sozinha comigo mesma. Aparentemente feliz sim, mas broken. Já nem se sinto humana a maior parte das vezes.

domingo, 13 de abril de 2014

"All your life, you were only waiting for this moment to be free"

Ultimamente tenho pensado muito na minha ida para a universidade. Talvez por sentir os exames a aproximarem-se. É claro que sinto algum nervosismo, mas mais que tudo sinto uma felicidade imensa, parece que nem cabe dentro de mim. Toda a minha vida esperei por este momento. Já no 6.º ano me lembro de pensar "Ainda só vou a meio do percurso, ainda me faltam mais 6 anos, como é que eu vou aguentar? :s ". A verdade é que contra todas as probabilidades aguentei e aqui estou eu prestes a realizar o meu sonho de ir viver sozinha, numa cidade longe de tudo e de todos, onde posso começar do zero. É claro que há sempre algum receio, mas estou a tentar manter-me optimista. Pior do que já passou não pode ser. Mesmo que não me consiga integrar e encontrar um bom grupo de amigos, só o facto de estar longe da minha família, desta cidade pequena onde se comenta tudo e todos, já vai ser um alívio. Lá, mesmo que esteja sozinha, estou melhor do que aqui. E é só nisso que penso, ainda hoje sonhei que era véspera do exame de matemática e até no sonho enquanto toda a gente estava nervosa como tudo, eu estava numa felicidade incontrolável. 


Lisboa, me espera! 

sábado, 12 de abril de 2014

'cause she's just like the weather, can't hold her together

Nos últimos dias andava mais animada do que o costume. Achava que realmente estava a ficar melhor. Mesmo cá em casa falava mais com a minha família porque estava determinada a dar-lhes boas memórias enquanto ainda estiver cá. Partilhei algumas coisas do que estava a fazer, falei sobre os exames e a universidade, porque eu acho que ao falar do futuro as pessoas esquecem que eu estou suicidal ou então pelo menos vão pensar que foi uma fase má e que já passou, que já caí em mim. Eu faço de tudo para que as pessoas pensem que eu estou bem, mesmo quando estou mal (daí me custar imenso ouvir comentários de que só faço as coisas que faço por atenção, quando o que eu realmente queria era desaparecer, ser invisível). 
Hoje foi um daqueles dias em que estava super bem disposta mesmo, falei da universidade mas as coisas que dizia eram sentidas. Queria conhecer Lisboa, conhecer novas pessoas, viver na minha residência e a certa altura comecei a sentir-me extremamente culpada por ter partilhado coisas com a minha família, ainda que não pessoais, de certeza que não vão respeitar a minha privacidade e vão falar sobre o quão melhor eu estou e assim. Eu acho que isto me incomoda, porque eu só queria a minha vida de volta ao normal, onde se eu tivesse bem ou mal, não era notada. E comecei a sentir-me de tal forma culpada já não conseguia pensar noutra coisa, já não me apetecia desenhar, já não me apetecia fazer nada. Comecei a pensar em todas as coisas más que já me aconteceram e em tudo o que me arrependo. Ainda não me cortei, mas estou a tremer por todo o lado, a controlar-me para não chorar, porque sei que mais tarde me vou arrepender porque eu quero voltar para a natação, mas sinceramente não sei quanto mais tempo vou conseguir aguentar. Estava tão bem e de repente parece que estou no fundo do poço outra vez. Se tivesse numa ponte, saltaria de certeza. Nestes momentos nem o pensamento de o meu cão vir a sofrer as consequências me acalma (sou eu que tomo conta dele e tenho medo de como a minha família o poderia tratar se eu não tivesse aqui.). Neste momento sinto-me completamente ridícula, pensar que foi um simples cão que me impediu de por fim à minha vida anteriormente. Às vezes penso que ele foi a melhor coisa que já me aconteceu, que me deu forças para viver, outras acho que foi a pior, sinto-me responsável por ele e não consigo partir.
Mesmo nos dias em que estou bem, tenho noção que se um camião estivesse a vir na minha direcção eu não me desviaria. Há dias em que eu desejo que aconteça, de modo a que eu não me sinta culpada e deste modo a minha família não se sentiria culpada também, iriam seguir em frente, todos seríamos felizes. Às vezes sinto que por ter uma mentalidade aberta seria capaz de tornar o mundo melhor, outras acho que não pertenço aqui, só quero morrer. Lembro-me tantas vezes da minha primeira tentativa, estava cheia de medo de morrer, agora nem isso tenho, porque mesmo que exista um Deus ou que eu vá para o Inferno ou whatever, eu não quero estar com um Deus que me causou tanto sofrimento, que nos julga, que nos amas "a menos que". Mesmo que haja vida depois da morte, estarei com pessoas que como eu, viemos por "engano". Eu tento fazer sempre os meus pais orgulhosos de mim, mas eu nunca voltarei a ser a criança que eu era, essa já morreu há muito, eu vejo fotos de mim mesma e não me reconheço, é como se estivesse a ver fotos de uma criança parecida comigo, mas aquela não sou eu.
O meu humor varia entre a mais pequena coisa me fazer feliz ou infeliz e é esta constante mudança entre estar completamente bem ou completamente mal que me deixa doida, como se eu não estivesse fora de controlo e me faz mais do que tudo querer desistir. Mesmo quando estou bem, estou sempre à espera de ficar mal. Quando me deixo levar pelos sentimentos positivos, a queda é maior. Não faço grandes planos para o futuro e mesmo quando estou feliz os planos mais longos que faço são cerca de 10 anos (tempo de vida restante do meu cão).

Para piorar ao jantar a minha mãe falou da segunda guerra mundial, de como o povo alemão era fraco e que a prova disso era um governador deles se ter suicidado, que não havia povo mais fraco. Insistem em dizer estas coisas às refeições à minha frente. Sinto-me magoada e estúpida me preocupar com eles..

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Procurando o destino entre o tudo e o nada

Hoje tive uma sessão com a minha psiquiatra e um dos assuntos abordados foram as notas. As minhas notas desceram às disciplinas de estudo(o que já era previsto devido à turbulência presente na minha vida pessoal neste período), excepto Português (que tenho facilidade e gosto, principalmente a parte de poesia, que me fascina pelo facto de me conseguir identificar muitas vezes). A certa altura ela disse-me "Essa sua facilidade a Português provavelmente provém do seu nível de maturidade" e isso fez-me sentir feliz, nem consegui evitar não sorrir.
Ela é simpática e gosto dela. No entanto, acho que ainda não ocorreu aquele 'click' que houve com a minha psicóloga. Sinto-me desconfortável por vezes, demasiado observada e sinto-me bastante insegura sobre o que ela pensa de mim, mas nunca tenho coragem para perguntar.  O facto de ela me ter dado este elogio de uma forma não forçada, fez-me pensar que se calhar ela tem uma boa ideia de mim e isso deixou-me aliviada, feliz. Sei que não é propriamente uma relação de amizade, mas é uma pessoa com quem já partilhei muitas coisas e que preciso de me sentir minimamente confortável para conseguir partilhar mais de modo a ela me conseguir ajudar. 


Agora estava a pensar que toda a gente olha para a maturidade como uma virtude, mas a verdade é que também tem algumas desvantagens. Por exemplo, eu acho que sou uma pessoa muito melhor do que o que eu era há 5 anos atrás: mais humana, com uma mentalidade mais aberta e em parte teve a ver com a minha religião. Eu passei de uma educação católica antiquada, com uma mentalidade fechada para passar a ser agnóstica e isso foi uma mudança que me marcou muito na adolescência e se refletiu quer na minha forma de pensar, quer nos meus comportamentos. Se por um lado essa mudança me faz sentir melhor comigo própria sobre os meus valores, por outro leva-me muitas vezes a ter estes sentimentos de vazio por não ver qualquer significado para a vida. A única coisa boa de ter uma religião é essa crença de que fomos criados por uma razão e que mesmo que estejámos a passar por um momento mau da vida, existe sempre alguém que te ama (a não ser que sejas gay, etc. desculpem não consegui resistir). A segurança de saber o que acontece depois da morte. São questões sobre as quais reflito muitas vezes e que não teria essa necessidade se não tivesse crescido, a tal maturidade que me levou questionar tudo e todos. 
Não queria voltar à minha forma de ser de há 5 anos, simplesmente queria partilhar estes pensamentos. E tu? Como eras há 5 anos? O que mudou? Estás orgulhosa do que te tornaste?

terça-feira, 8 de abril de 2014

De repente sinto que voltei aos 5 anos...

Acabei de criar o meu primeiro blog e já me expus um bocado xD Sinto me meia perdida aqui no meio. Criei-o porque tinha a necessidade de partilhar alguns dos meus pensamentos com alguém e também por sugestão de uma amiga minha. Ela deu me uma lista dos blogues preferidos dela e eu li algumas coisas que adorei! Eu tava a ler as coisas e tudo me parecia awesome e tava super entusiasmada com tudo. Na minha cabeça a música de fundo do Alladin "A whole new wooorld". Só me apetecia comentar tudo!
Mas depois comecei a pensar "opá eu não a conheço de lado nenhum, parece mal", mas por outro lado isto não é como o tumblr onde facilmente consegues achar pessoas. E eu ainda não tenho nenhum seguidor e tou aqui já a pensar que vou apagar o blog em breve porque ninguém vai gostar das coisas que eu ponho, até porque conhecendo me a mim própria muitas vão ser deprimentes.. (e também porque são esses pensamentos que sinto mais necessidade de partilhar). E então tou aqui no sofá como uma criança com dores de barriga a tentar fazer o meu primeiro comentário /que tem de provocar boa impressão) e a sentir me ridícula. Estou aqui num mood que varia entre querer seguidores e entre "dont look at me". Para quem está habituado, isto provavelmente vai-vos fazer rir! Até eu me estou a rir, metade porque me sinto ridícula, metade porque estou nervosa xD 



Acabei de ver uma foto dos meus dois ex melhores amigos. Por momentos senti-me triste, sei lá eu sempre me senti mal naquele grupo, sempre me senti excluída e usava uma máscara pra ser aceite por eles. No fundo eu sentia uma grande pressão e nunca me sentia devidamente apreciada, uma vez que eu era sempre a second choice da Claúdia e quanto ao Francisco, bem ele sempre foi um bocado frio com todas as pessoas, por isso quando ele o era comigo também, eu pensava "Ele é assim com todas as pessoas". Mas aos poucos fui-me apercebendo da minha insignificância para eles e afastar-me acho que foi uma das melhores decisões da minha vida: sinto me aliviada e não tenho sempre aquela pressão de "será que eles gostam de mim?". 
No entanto, também tenho estes momentos, em que vejo uma foto deles ou vejo algo que me faz lembrar deles e aí desperta-se a saudade. Sim, talvez não tenha sido a melhor amizade do mundo e ultimamente só me fazia sentir mal estar com eles, mas por outro, antes havia amizade, houve momentos bonitos. Foi uma amizade de 4 anos, foi com eles que eu cresci e me tornei no que eu sou hoje. 
"Sometimes you dont miss the person, you miss the moments shared with them"
Esta frase aplica-se exatamente à minha situação e ao que eu sinto em relação a eles.
A meu ver, cortar com eles foi a melhor decisão, mas às vezes lembro me das nossas férias do 10º e 11º anos e dá me saudades. Sinto saudades daqueles momentos, de me sentir assim com alguém. Mas teve que ser. Agora que tou sem eles, sinto-me aliviada como já referi, mas também me sinto vazia. Eles foram os meus únicos amigos (sempre tive dificuldade em fazer amizades e nunca fui popular, pelo contrário, sempre sofri bullying na escola) e agora perde-los voltei ao início do secundário: sem amigos, querendo amizades, mas tendo tanto medo que me acabo por afastar. 


No próximo ano vou viver para o centro de Lisboa sozinha. Tenho imenso medo da faculdade e principalmente eu quando penso na minha vida universitária encontro me perdida em pensamentos que vao desde esforçar-me ao máximo para fazer novas amizades e não fazer nenhum esforço, manter uma atitude distante. Acho que estes sentimentos estão todos relacionados: não quero voltar a apegar-me a uma pessoa que depois posso perder, mas depois sinto me sozinha e tudo o que quero é um abraço, alguém que me diga que me compreende, mas depois olho à volta e estou completamente sozinha, sozinha com o meu cão (a quem me consegui apegar porque nunca me irá dizer coisas que me magoem).
"You will be shocked when you discover how easy it is in life to part ways with people forever. That’s why when you find someone you want to keep around, you do something about it."
Terminei esta minha reflexão com esta frase propositadamente. O facto de me sentir sozinha não tem de me causar a sensação de culpa de me ter afastado dos meus amigos (ou pelo menos, não deveria ter). Estou sozinha, mas no fundo sei que estou melhor sem eles.